CONSELHO DIACONAL

Dia do Diácono Batista

No segundo domingo de novembro, celebra-se o Dia do Diácono Batista. A data foi incluída no calendário convencional com vistas a agradecer a Deus pela vida desses servos e por sua dedicação à Igreja. Também, para que a Igreja se mantenha em oração por esses homens e mulheres que dedicam suas vidas a servir a Deus, à Igreja e aos seus irmãos.

 

Serviço, alegria e força

Texto alusivo ao Dia do Diácono Batista em 2022
Pela Diretoria do Conselho Diaconal

Neste domingo em que celebramos o Dia do Diácono Batista, não podemos deixar de refletir sobre o serviço cristão. Tampouco podemos esquecer de valiosos diáconos e diaconisas que aqui servem e serviram, como nosso querido Dc. Rosber Almeida, que nos deixou no dia 9, nesta semana.

Como sabemos, o termo diácono, que designa um dos oficiais das Igrejas Batistas, tem origem no grego antigo e se refere a ministro, atendente, servente ou servo. Entre nós, memorianos, esse termo se refere a homens e mulheres eleitos segundo as orientações bíblicas para servir à Igreja de uma forma especial e voluntária.

Mas, é certo que o serviço cristão não é responsabilidade exclusiva deles. A Palavra de Deus nos ensina que todo crente é um servo. A cada um de nós, que aceitamos a salvação e o senhorio de Jesus e que recebemos o Espírito Santo, Deus concedeu ao menos um dom para desempenharmos um ministério pessoal em sua Igreja e, por meio dela, gerar impacto no Seu Reino e na sociedade como um todo.

O servir é, portanto, uma qualidade elementar daquele que ama a Deus. E, mais, é um fator essencial para nossa realização pessoal como cristãos. Ao reconhecermos nossos dons e termos a possibilidade de desenvolvê-los no lugar certo na Igreja, respeitando nosso estilo pessoal, certamente cumpriremos o comando do salmista: “Servi ao Senhor com alegria” (Sl 100:2a)!

Fato interessante é que, ao alcançarmos alegria pessoal no serviço do Senhor, contribuiremos para nossa satisfação coletiva como Corpo de Cristo e, principalmente, levaremos alegria ao coração do Senhor, nosso Deus. Essa tripla satisfação (pessoal, coletiva e do Senhor) é elemento decisivo para avançarmos na obra e vermos as realizações acontecendo e gerando transformação de vidas e da realidade onde a Igreja atua. Como Paulo afirmou aos Coríntios, “há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos” (I Cor. 12:6). E, ao alegrarmos o coração do Pai, nossas forças para servir se renovam, afinal a alegria do Senhor é a nossa força (Neem. 8:10)

Que esse círculo virtuoso de serviço, alegria e força esteja sempre presente na vida da amada Família Memorial!

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